
Impulsionadas por Lula, cisternas beneficiam famílias do semiárido há 23 anos
Gil Araújo – Saiba Mais A possibilidade de ter água perto de casa muda a rotina de quem vive no semiárido potiguar. Em períodos de estiagem, quando a chuva demora a chegar e o abastecimento depende de carros-pipa ou de fontes distantes, uma cisterna pode garantir água para beber, cozinhar e realizar tarefas domésticas durante meses. É nesse contexto que o Programa Cisternas se consolidou como uma das principais políticas públicas de convivência com a seca no Nordeste. No Rio Grande do Norte, a construção desses reservatórios faz parte de uma trajetória que antecede a atual etapa de investimentos do governo estadual. Em 2000, o Serviço de Apoio aos Projetos Alternativos Comunitários (SEAPAC) implantou sua primeira cisterna na







