Valores e Crenças

10712419_1576304439264922_6493839451262844959_oO Seapac é um serviço da Pastoral Social da Igreja Católica, no Rio Grande do Norte, que – em conjunto com outros Serviços – fomenta, difunde e motiva as lutas por transformações sociais nas comunidades rurais e urbanas, contribuindo na constituição e fortalecimento de atores sociais protagônicos, de modo que acessem políticas públicas e conquistem seus direitos.

A partir dessas premissas, pode-se compreender melhor a crença fundante do Seapac:

“De nossa fé em Cristo nasce também a solidariedade, como atitude permanente de encontro, irmandade e serviço junto aos setores excluídos, que vivem em situação de vulnerabilidade social”.

Os principais valores de referência, que brotam dessa crença e que o Seapac busca disseminar e fortalecer, são os seguintes:
a) A articulação entre a dimensão religiosa e o compromisso de transformação social.
b) A promoção da dignidade e centralidade da pessoa humana, em harmonia com a natureza e todo o ecossistema.
c) A defesa dos direitos políticos, econômicos, culturais e socioambientais.
d) A promoção da justiça, da paz e do bem comum.
e) A democracia e a participação política.
f) A construção de novas relações de gênero, baseadas na igualdade de direitos e na equidade social.
g) A ética e a transparência nas relações sociais e políticas.

Além da crença fundante, acima lembrada, outras crenças podem ser destacadas, enquanto princípios e guias da ação do Seapac:

  • É indispensável investir na formação integral de sujeitos individuais e coletivos, na constituição de protagonistas suficientemente autônomos e capazes de agir coerentemente em todas as esferas da vida pessoal e social, a partir de fundamentos ético-políticos, condizentes com os valores e a utopia de uma sociedade justa, fraterna e solidária.
  • É preciso promover e apoiar processos pedagógicos em que a prática e a teoria se retroalimentem permanentemente.
  • É necessário fortalecer as dinâmicas sociais atuais, por meio de redes, fóruns e articulações. Tais mecanismos deverão propiciar o diálogo entre sociedade civil e Estado, na promoção do desenvolvimento sustentável, apoio e participação ativa pela constituição de esferas públicas locais, regionais e estaduais, que – por sua vez – ampliem e aprimorem o acesso, conquista e controle de políticas públicas pelos grupos socialmente vulneráveis.
  • É fundamental apoiar e orientar os atores sociais para a constituição e o fortalecimento de organizações formais e informais de trabalhadores rurais e urbanos, tendo como referência os princípios da democracia, solidariedade, participação comunitária e ética na condução dos grupos de base, na busca de soluções para seus problemas, com especial atenção à integração de jovens e mulheres nesses espaços, respeitando e valorizando questões, visões e necessidades específicas.