Notícias › 10/04/2017

Seminário discute resultado de pesquisas com Sementes da Paixão

Imagem do Seminário (Foto: aspta.org.br)

Imagem do Seminário (Foto: aspta.org.br)

“Socializar e debater resultados de experiências de manejo comunitário da agrobiodiversidade e suas implicações para a pesquisa agroecológica; Definir orientações para a continuidade de programas de pesquisa em agroecologia em conjunto com comunidades e organizações da agricultura familiar; Comemorar os 10 anos de pesquisas com as sementes da paixão no Território da Borborema; Socializar experiências bem sucedidas de gestão dos bancos comunitárias de sementes; e Construir estratégias que qualifiquem a gestão da rede dos bancos comunitários de sementes no Território da Borborema”. Esses foram os objetivos do Seminário sobre Pesquisa e Gestão de Bancos de Sementes Comunitários do Território da Borborema, realizado dias 4 e 5 deste mês, em Campina Grande, Paraíba.

O evento reuniu cerca de 80 pessoas, entre agricultoras e agricultores guardiões de sementes, gestores de bancos comunitários de sementes, pesquisadores, estudantes, professores estudiosos da temática e representantes da rede de sementes da Articulação do Semiárido Paraibano (ASA Paraíba). Atualmente, a rede de Bancos de Sementes Comunitários (BSC) conta com 62 bancos. A atividade foi realizada pela Comissão de Sementes do Polo da Borborema, uma articulação que reúne 14 Sindicatos de Trabalhadores Rurais da região da Borborema, na Paraíba. A articulação conta com a assessoria da AS-PTA Agricultura Familiar e Agroecológica.

Fernando Curado, pesquisador da Embrapa Tabuleiros Costeiros, de Aracaju-SE, parceira das pesquisas com sementes no território do Polo desde 2007, fez uma síntese dos desafios e perspectivas para os estudos daqui em diante. A necessidade de avançar no empoderamento dos agricultores para a pesquisa e no investimento de novas metodologias, além do aprofundamento no conhecimento sobre como tem sido a apropriação das famílias agricultoras com relação às pesquisas, foram alguns dos desafios elencados pelo pesquisador.

Fonte: http://aspta.org.br

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