Projetos › Projeto Trienal

seapacO Projeto Trienal 2013-2015 se insere no contexto do Planejamento Estratégico do Seapac (de 2013 a 2018), foi fruto de processo participativo, que integrou o corpo institucional e principais parceiros, passando pela identificação de demandas dos grupos de base, por oficinas, consultas, pesquisas e posterior sistematização.

Na busca de respostas adequadas às exigências postas pelas atuais tendências conjunturais – locais, regionais, nacionais e internacionais – o Projeto está ancorado na consciência de que é preciso:

  • Aprimorar e ampliar a implementação das estratégias de convivência com o semiárido
  • Fomentar e acessar políticas públicas e o pleno exercício de direitos
  • Fortalecer organizações da sociedade civil
  • Investir na sustentabilidade institucional do próprio Seapac e de seus parceiros.

O Projeto dá continuidade à ação do Seapac em 03 Territórios do Semiárido do RN: Trairi, Médio-Oeste e Seridó. Três pontos reforçam esse CARÁTER DE CONTINUIDADE:

  • O permanente compromisso com os segmentos populacionais mais vulneráveis, no campo e na cidade, como expressão do Serviço da Ação Pastoral da Igreja Católica no Rio Grande do Norte, para que haja o fomento, acesso e controle social de políticas públicas, bem como o pleno exercício dos direitos.
  • O reiterado foco nos processos de mobilização e articulação, assessoria e formação político-técnica, para implementar estratégias de convivência com o semiárido e combate à desertificação, fortalecimento da agricultura familiar – de base agroecológica – e de organizações sociais no campo.
  • A participação em Conselhos e outros canais de decisão política, enquanto espaços privilegiados para favorecer a proposição, acesso e controle de políticas públicas.

Mas o Projeto apresenta, também, ASPECTOS INOVADORES:

  • A relação do Projeto Trienal com o grande referencial do Seapac – denominado de “Marco Estratégico” – com visão e missão, valores e crenças, linhas, âmbitos de atuação, objetivos, indicadores e grandes ações estratégicas. Tais aspectos – alguns preexistentes, enquanto outros formulados pela primeira vez – passaram a ser considerados como constitutivos do projeto institucional do Seapac, tornando-se referências para a elaboração de qualquer projeto específico, trienal ou anual que seja.
  • A ênfase no aprimoramento da gestão institucional do Seapac, por meio de mecanismos que redesenhem a estrutura de funcionamento da Equipe, fortaleçam a organização interna, qualifiquem cada vez mais todos os membros do Seapac e contribuam para que seja assumida a leitura geopolítica do estado do RN – com suas características territoriais e dimensões sócio-econômica-ambiental, política e cultural, superando fragmentações e justaposições, bem como consolidando o sistema de Planejamento, Monitoramento, Avaliação e Sistematização – PMAS.
  • A ênfase na articulação e formação de lideranças, animadores/as, Grupos de Base, Pastorais Sociais, Fóruns, Instituições e outros espaços da sociedade civil, construindo, ampliando e consolidando Redes e Parcerias, de modo a investir de forma equilibrada nos “espaços macro e micro”, como recomendado pela recente Avaliação Externa.
  • O propósito de passar a atuar – gradativamente – também na cidade, considerando-se a crescente exclusão social urbana. O triênio 2013-2015 iniciará essa transição.
  • A ênfase nas estratégias de comercialização, fomentando iniciativas de cooperativismo.
  • A busca de aprimoramento metodológico, investindo numa pedagogia de efeito multiplicador, de unidades demonstrativas e de permanente crescimento das comunidades em grau de autonomia, que lhes faça enfrentar com suficiente capacidade os desafios da realidade.

O Seapac está consciente, também, de que sozinho não poderá dar conta dos objetivos projetados. Por isso investirá mais em articulações e parcerias que estejam afinadas com os mesmos objetivos institucionais, tanto nas pastorais sociais das Dioceses quanto na sociedade civil. Dessa forma, articulado com sujeitos sociais comprometidos com as grandes mudanças que se fazem necessárias no meio rural e urbano, conseguirá avançar na implementação de sua missão e demonstrar, na prática, que “um outro mundo é possível”!

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