Notícias › 19/04/2016

Programa Euroclima debate impactos socioeconômicos da desertificação

Aspecto da Região Seridó, no Rio Grande do Norte (Foto: José Bezerra)

Aspecto da Região Seridó, no Rio Grande do Norte (Foto: José Bezerra)

A segunda reunião do Euroclima, realizado pelo Ponto Focal da Sociedade Civil para a convenção de combate à desertificação, das Nações Unidas, acontece desde ontem, 18, e prossegue até hoje, 19 de abril, em Campina Grande, na Paraíba. O objetivo é debater sobre o “Diálogo Político-Científico sobre os impactos socioeconômico da desertificação, a degradação da terra e a seca na América Latina”.

O Euroclima é um programa de cooperação regional entre a União Europeia e a América Latina, com foco nas mudanças climáticas. Esse programa é uma rede, financiada pela União Europeia e coordenada pelo Centro Comum de Investigação da Comissão Europeia (JCR, sigla em inglês), e reúne 18 países, entre os quais o Brasil.

A reunião acontece no Centro Comum de Investigação da Comissão Europeia, em parceria com o Instituto Nacional do Semiárido (INSA), do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação, do governo brasileiro, e do Laboratório de Análise e Processamento de Imagens de Satélite (LAPIS), da Universidade Federal de Alagoas. Esta reunião serve como espaço para ampliar e fortalecer a capacitação, o desenvolvimento de redes regionais de investigação conjunta e a troca de experiências políticas, sociais e econômicas sobre múltiplos aspectos dos problemas da desertificação, degradação da terra e a seca na América Latina.

O representante da Articulação Semiárido Brasileiro (Asa Brasil) e articulador estadual do Serviço de Apoio aos Projetos Alternativos Comunitários (SEAPAC), José Procópio de Lucena, participa do evento como representante das duas entidades.

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