Notícias › 02/04/2018

Nova parceria palma forrageira para agricultores de 15 municípios do Oeste

Agricultores de Encanto-RN, que conquistaram as raquetes de palma forrageira (Foto cedida)

Agricultores de Encanto-RN, que conquistaram as raquetes de palma forrageira (Foto cedida)

O Núcleo do Seapac no Alto Oeste do Rio Grande do Norte, com sede em Pau dos Ferros, realiza nova parceria visando a distribuição de raquetes de palma forrageira para agricultores de 15 municípios. Caberá ao Seapac acompanhar o trabalho nos municípios de Encanto, São Miguel, Coronel João Pessoa, Doutor Severiano, Patu, Messias Targino e Venha Ver. Nos demais, as prefeituras se encarregarão de fazer o acompanhamento. A nova parceria envolve o Seapac, como facilitador; a EMPARN, como fornecedora das raquetes de palma, prefeituras, EMATER, Asa Microrregional e Associações locais.

Serão distribuídas três variedades de palma forrageira – Orelha de Elefante, Miúda (também chamada Doce) e Ipa Sertânia (também conhecida como Baiana). “Vamos fazer a distribuição dentro de um novo formato e nova metodologia, visando melhor desenvolvimento das mudas. O Seapac vai orientar e acompanhar os produtores com duas visitas por ano nesses 7 municípios. O nosso objetivo é orientar na plantação, na adubação e na futura retirada de raquetes para novo plantio”, informa Fabrício Edino, agrônomo do Núcleo do Seapac no Alto Oeste.

Ele explica que cada família receberá 600 raquetes, sendo 200 de cada variedade. O plantio será de forma adensada. “Vamos fazer o plantio com espaçamento de dois metros entre fileiras e sem espaçamento entre as plantas. Esse plantio poderá ser consorciado com outras culturas, como milho, leucina, fava, moringa e outras, explicou Fabrício.

Todos os agricultores que receberão as raquetes participarão de um dia de campo, na próxima quarta-feira, 4 de abril, no Campo Experimental da EMPARN, em Apodi-RN. O objetivo e mostrar aos agricultores como a Empresa produz as variedades da palma, nesse Campo Experimental, que está fornecendo as raquetes. “No final de um ano, cada agricultor devolverá a mesma quantidade de raquetes que tiveram sucesso no plantio, para que possam ser distribuídas para outras famílias do município”, conclui Fabrício.

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