Notícias › 09/02/2015

Governos discutem plano de segurança hídrica para o Estado

Águas do Rio Piranhas-Açu, represadas na área da Barragem Oiticica (Foto: José Bezerra)

Águas do Rio Piranhas-Açu, represadas na área da Barragem Oiticica (Foto: José Bezerra)

A elaboração de um Plano de Segurança Hídrica para o Rio Grande do Norte está em discussão pelo Governo do Estado, Ministério da Integração Nacional e Agência Nacional de Águas (ANA). O objetivo é definir intervenções nas principais obras estruturantes do Brasil, incluindo barragens, sistemas adutores, eixos de integração, visando a garantia de água para o abastecimento humano e atividades produtivas.

Recentemente, o presidente do Comitê da Bacia Hidrográfica Piancó-Piranhas-Açu (CBH PPA), José Procópio de Lucena, articulador estadual do Seapac, afirmou que a situação da Bacia é crítica e preocupante. A situação é mais agravante porque as previsões de inverno são de precipitações pluviométricas dentro da média e até abaixo da média. Isso, segundo José Procópio, será insuficiente para repor a totalidade das águas dos reservatórios.

A bacia hidrográfica do rio Piranhas–Açu abrange um território de 42.900 km² distribuído entre os Estados da Paraíba e Rio Grande do Norte, onde vivem aproximadamente 1.552.000 mil habitantes. A bacia está totalmente inserida em território semiárido, com precipitações médias variando entre 400 e 800 mm anuais, concentradas entre os meses de fevereiro, março, abril e maio.

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