Notícias › 13/03/2018

Comitê de Convergência Agroecológica faz debates sobre agroecologia no FMS 2018

A Tenda Convergências Agroecológicas terá mesas redondas e rodas de diálogo nos dias 14 a 17 de março, no estacionamento do PAF 1 – Instituto de Matemática/UFBA/Ondina.

Agroecologia (Foto: Joka Madruga)

Agroecologia (Foto: Joka Madruga)

Refletir sobre a transformação social passa pela necessidade de compreender o significado da agroecologia, que propõe um modelo de desenvolvimento que valoriza a vida e a diversidade, ao contrário do agronegócio, que deixa rastros de exploração e destruição. É com estas provocações que o Comitê de Convergências Agroecológicas realiza, a partir de hoje, 13 de março até o próximo sábado, 17, durante o Fórum Social Mundial (FSM), em Salvador/BA, uma série de diálogos temáticos que alertam para os perigos dos agrotóxicos. A temática também busca visibilizar o protagonismo de povos tradicionais com práticas orientadas para o bem viver no campo e na cidade. As ações do Comitê são organizadas por entidades que fazem parte da Articulação Semiárido Brasileiro (ASA), da Articulação de Agroecologia na Bahia (AABA) e do Fórum Baiano da Agricultura Familiar (FBAF).

A programação acontece na Tenda de Convergências Agroecológicas e prevê a realização de mesas redondas, seminários, além de rodas de diálogos, abertas ao público. Alguns dos temas norteadores são: O Território como caminho para Agroecologia; Caminhos para Convergências Agroecológicas – ÁGUA, TERRA: VIDA; Soberania da TERRA, TERRITÓRIO E ÁGUA; Vivências para o Bem Viver no Campo e na Cidade; e Agroecologia x Agrotóxicos. A Tenda tem objetivo de chamar a atenção para os saberes, sabores, fazeres e potencialidades dos povos do campo e da cidade que desenvolvem práticas agroecológicas como modo de vida.

Em outro espaço do FSM, no campus de Ondina da Universidade Federal da Bahia (UFBA), serão apresentados e comercializados diversos produtos artesanais e alimentos agroecológicos, trazendo toda a diversidade e riqueza cultural dos povos tradicionais, agricultores familiares, indígenas, quilombolas, entre outros participantes do Fórum.

O Fórum Social Mundial reunirá mais de 50 mil pessoas de 120 países para discutir e definir alternativas de enfrentamento ao neoliberalismo, aos golpes antidemocráticos e genocidas que diversos países vem enfrentando nos últimos anos. Com o lema “Resistir é criar. Resistir é transformar”, o evento irá reunir as principais lideranças sociais e políticas.

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