Notícias › 20/04/2017

CNBB, OAB e economistas sobre reforma: interesses do mercado não podem prevalecer

Para as entidades, a PEC do governo “vai na direção oposta à necessária retomada do crescimento econômico” e agrava a desigualdade social. Mudanças devem garantir “proteção aos vulneráveis”

Reforma da Previdência 'não pode ser aprovada apressadamente, acima das necessidades da população' (Foto: Rodrigo Zam)

Reforma da Previdência ‘não pode ser aprovada apressadamente, acima das necessidades da população’ (Foto: Rodrigo Zaim)

São Paulo – “Nenhuma reforma que afete direitos básicos da população pode ser formulada, sem a devida discussão com o conjunto da sociedade e suas organizações”, afirmam, em nota conjunta, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e o Conselho Federal de Economia (Cofecon). Segundo as entidades, a chamada reforma da Previdência “não pode ser aprovada apressadamente, nem pode colocar os interesses do mercado financeiro e as razões de ordem econômica acima das necessidades da população”.

Para CNBB, OAB e Cofecon, é preciso priorizar “valores éticos, sociais e solidários” na busca de uma solução para a Previdência. “As mudanças nas regras da Seguridade Social devem garantir a proteção aos vulneráveis, idosos, titulares do Benefício de Prestação Continuada-BPC, enfermos, acidentados, trabalhadores de baixa renda e trabalhadores rurais. Atenção especial merecem as mulheres, particularmente na proteção à maternidade”.

Matéria completa: http://www.redebrasilatual.com.br/cidadania/2017/04/cnbb-oab-e-economistas-sobre-previdencia-interesses-do-mercado-nao-podem-prevalecer

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